Como contribuir para o INSS como profissional autônomo?

Saiba o que fazer para garantir que a contribuição seja paga para garantir todos os direitos e coberturas.

Publicado em 17/12/2025 por Rodrigo Duarte.

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A contribuição para o INSS é um pagamento recorrente que deve ser feito pelos trabalhadores que possuem sua carteira de trabalho assinada e que visa garantir que a pessoa esteja devidamente coberta pelo sistema previdenciário do país. Além de permitir a aposentadoria, de acordo com as regras vigentes, essa contribuição também garante o acesso a determinadas coberturas e seguros.

Como contribuir para o INSS como profissional autônomo?
Créditos: Divulgação

Mas não são apenas os trabalhadores com carteira assinada que podem ter acesso ao sistema de previdência brasileira. Qualquer pessoa, na verdade, está apta a ter acesso a coberturas e seguros, além de contribuir para o tempo de aposentadoria e garantir o recebimento desse benefício quando chegar a sua hora.

Caso o profissional trabalhe como autônomo ou não tenha uma atividade remunerada naquele momento específico da sua vida, mas queira continuar contribuindo, é possível fazer esses pagamentos por conta própria.

Aprenda como contribuir para o INSS de forma autônoma:

Quem pode contribuir para o INSS de forma autônoma?

De acordo com a lei que garante o acesso universal dos brasileiros aos benefícios e às coberturas de um sistema previdenciário, qualquer pessoa que seja brasileira pode fazer esses pagamentos de forma recorrente, mesmo aqueles que não possuem qualquer tipo de vínculo empregatício.

Exemplos de pessoas que podem optar por fazer essa contribuição de forma recorrente, mas se tornando completamente responsáveis pelo repasse dos valores, são: prestadores dos mais variados tipos de serviços que não tenham registro, profissionais liberais, profissionais autônomos que atuam no varejo, vendedores independentes, donas de casa, etc.

Como contribuir para o INSS sendo MEI?

Profissionais autônomos que estão devidamente registrados através do programa MEI, ou seja, que possuem o seu CNPJ, contribuem para o INSS automaticamente ao fazer o pagamento da sua guia de recolhimento dos impostos todos os meses. O valor cobrado desses profissionais acaba sendo considerado como uma contribuição especial para o INSS, garantindo que o profissional tenha o direito de acessar determinados benefícios.

Lembrando que o MEI segue contribuindo para o INSS enquanto estiver mantendo em dia o pagamento das suas guias de recolhimento. A partir do momento em que esse pagamento deixar de ser feito, as contribuições param, junto com o tempo de contribuição.

Nesse caso, as pessoas podem optar por continuar contribuindo, mas, nesse caso, de forma facultativa.

Quais são os valores do INSS para 2026?

Para as pessoas que estão interessadas em contribuir de forma autônoma para o INSS, o valor final que deverá ser repassado para o instituto varia de acordo com o tipo de contribuição e também com o salário. As alíquotas seguem a legislação atual e podem mudar a cada ano. Por isso, é importante acompanhar atualizações oficiais.

Os pagamentos sempre podem ser feitos a partir do valor do salário-mínimo, garantindo uma aposentadoria por idade, que também paga apenas o salário-mínimo. Já para a aposentadoria por tempo de contribuição, o valor vai depender do salário que o contribuinte quer registrado no seu histórico.

Como pagar o INSS de forma autônoma?

Os profissionais que não estão inscritos no MEI e que desejam manter suas contribuições ao INSS devem fazer isso utilizando o portal de serviços do Instituto. Tanto pelo aplicativo quanto pelo site é possível realizar o procedimento, emitir a guia e fazer o pagamento.

Basta seguir esses passos:

  • Acesse o portal ou aplicativo – Entre no Meu INSS, pelo site ou aplicativo oficial, com login do gov.br.
  • Faça o login – Informe o CPF e a senha cadastrada no gov.br para acessar o aplicativo.
  • Selecione a categoria e o código – Escolha a opção correspondente à categoria (contribuinte individual ou facultativo) e o código correto de pagamento.
  • Informe o salário de contribuição – Preencha o campo com o valor que será usado como base para o cálculo.
  • Gere e pague a guia – Emita a guia de pagamento e quite o valor em banco, internet banking ou carteira digital autorizada. O comprovante fica registrado no sistema.

Ainda é possível contribuir para o INSS por carnê?

As pessoas que contribuem para o INSS há mais anos, antes de todo o processo de digitalização do sistema, lembram que os pagamentos autônomos podiam ser feitos através de carnês. Na verdade, eles eram feitos através de documentos chamados GPS – Guia da Previdência Social.

Essa forma de pagamento ainda é possível. Nesse caso, os contribuintes devem encontrar as guias autenticadas e emitidas com o código de barras do INSS, em livrarias e outras lojas do gênero. Depois, será necessário preencher de forma adequada, primeiro identificando o tipo de contribuição e depois inserindo dados como mês e valor.

Com o documento preenchido, junto com os dados pessoais, o pagamento pode ser feito em agências bancárias ou nas lotéricas e correios que aceitam esse tipo de operação.

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ESCRITO POR: Rodrigo Duarte - Jornalista formado pela Universidade do Vale do Rio dos Sinos (Unisinos), com especialização em Marketing Digital.
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