Quanto ganha um entregador de iFood? Saiba como iniciar na atividade

Aplicativos podem acabar se tornando uma fonte de renda extra.

Publicado em 29/05/2025 por Rodrigo Duarte.

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O iFood se tornou um dos principais aplicativos de delivery do Brasil, que praticamente criou uma forma completamente diferente para o consumidor de pedir comida. Se antes as pessoas tinham que entrar em contato diretamente com o estabelecimento e depender do envio manual de determinadas informações, como cardápio e preços, hoje em dia está tudo disponível na tela do telefone.

Quanto ganha um entregador de iFood? Saiba como iniciar na atividade
Créditos: Divulgação

Para os restaurantes e demais pontos de atendimento que vendem alimentos prontos, o iFood acabou se tornando uma plataforma muito interessante também por oferecer uma infraestrutura para esses pedidos. E, para os entregadores, a plataforma se tornou uma importante fonte de renda extra.

Em vez de trabalhar para uma empresa específica, os entregadores podem ficar disponíveis para todos os pedidos que são feitos em uma determinada região utilizando o aplicativo, o que permite que eles tenham um volume maior de trabalho, fazendo as mais variadas entregas.

Muitas pessoas, inclusive, optam por deixar os trabalhos convencionais para trabalhar apenas como entregadores do iFood, seguindo basicamente o que acontece com o Uber. Os motivos para esse tipo de decisão são os mais variados, desde vagas de trabalho que pagam pouco até a dificuldade em conseguir uma posição com carteira assinada.

Para quem está interessado em começar a trabalhar com esse tipo de atividade, saiba quanto pode ganhar um entregador do iFood e veja como iniciar na atividade profissional.

Quem pode começar a ser entregador do iFood?

Antes de mais nada, será preciso entender quais são as pessoas que estão devidamente habilitadas para começar a trabalhar nessa atividade. Existem alguns critérios que devem ser respeitados, começando pelo fato de a pessoa ser maior de idade.

Além disso, os entregadores que trabalham para o iFood devem ter o seu próprio veículo, devidamente registrado em seu nome ou então que seja alugado por ele. Normalmente, a moto acaba sendo o veículo mais utilizado para esse tipo de entrega, mas os motoristas também podem fazer entregas de carro em determinadas regiões.

Junto com o veículo, naturalmente a pessoa que deseja trabalhar como entregadora do iFood deve também ter uma CNH devidamente atualizada para que possa conduzir o seu veículo e fazer suas entregas.

Mas também existem algumas outras modalidades de entrega que o iFood aceita cadastro e que permitem que as pessoas trabalhem sem um veículo que seja automotor, incluindo bicicletas. Determinadas áreas permitem até mesmo que algumas entregas sejam feitas a pé.

Confira a lista dos principais critérios para começar a trabalhar como entregador do iFood:

  • Ter no mínimo 18 anos completos;
  • Apresentar documento com foto válido, como RG ou CNH;
  • Ter CPF regularizado;
  • Escolher um meio de transporte: moto, carro, bicicleta ou caminhar a pé;

Em caso de uso de moto ou carro, apresentar CNH com categoria adequada e com permissão para atividade remunerada;

  • Para bicicleta ou a pé, não é exigida CNH;
  • Cumprir as orientações de segurança do app e respeitar as normas locais de trânsito.
  • Como se cadastrar na plataforma iFood como entregador
  • Acesse o site entregador.ifood.com.br ou baixe o app “iFood para Entregadores” na loja do celular;
  • Crie uma conta usando CPF, e-mail e um telefone válido;
  • Escolha o modelo de trabalho: entrega com moto, carro, bike ou a pé;
  • Envie os documentos solicitados, como RG, CNH (para moto e carro) e foto do rosto;
  • Aguarde a análise de segurança feita pelo app — o prazo pode variar, mas costuma durar poucos dias;
  • Depois da aprovação, o perfil fica ativo e os pedidos começam a chegar pela plataforma;
  • O sistema avisa por notificação quando tudo estiver pronto — a partir da ativação, já é possível aceitar entregas.

Quanto ganha um entregador de iFood?

Os valores variam de acordo com a demanda e com o tempo de trabalho, uma vez que não existe qualquer previsão de pagamento fixo para quem exerce essa atividade no dia a dia. Cada entrega também acaba tendo um determinado valor, que varia em relação à distância percorrida e também à demanda do momento.

Uma entrega pode render, em média, para o entregador, entre R$ 5 e R$ 15. Durante os horários de pico, o valor tende a aumentar. Com isso, os entregadores que conseguem manter uma rotina de trabalho de 6 dias por semana e que trabalham entre 6 e 8 horas por dia podem obter uma renda que varia entre R$ 1.500 e R$ 3.000.

Mas é importante ressaltar que, do valor pago pela plataforma, o entregador deve separar dinheiro para conseguir pagar algumas despesas que surgem da atividade, incluindo o combustível utilizado pelo seu veículo, bem como possíveis gastos na compra de acessórios e também com manutenção.

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ESCRITO POR: Rodrigo Duarte - Jornalista formado pela Universidade do Vale do Rio dos Sinos (Unisinos), com especialização em Marketing Digital.
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